quarta-feira, 19 de novembro de 2014

7ºs ANOS LEIAM .Vejam que interessante.

            


          NAÇÕES INDÍGENAS DE RONDÔNIA

        Caripunas  
               Ocupam o parque Indígena Karipuna no vale do rio Jaci-Paraná, ainda não demarcado. Os caripunas numerosíssimos no final do século XIX e início do Século XX, foram os mais prejudicados com a construção da ferrovia Madeira-Mamoré, no Alto Madeira, sendo hostilizado e dizimados pelos construtores dessa obra. Chegaram a ser considerados extintos.  Porém, em 1970, os Caripunas reapareceram em cena ao atacarem um seringal no vale do rio Jaci-Paraná, com perdas de vidas de ambas as partes. Em 1973, um topógrafo localizou uma de suas aldeias e comunicou o achado a FUNAI, a qual conseguiu manter contato com seus habitantes em 1976. Os sertanistas tomaram conhecimento da existência de outras aldeias, porém ainda não conseguiram manter contato com essas. Os Caripunas
estão reduzidos a pequenos grupos arredios.  
·        Pakaás Novos
Atualmente a maior área indígena em Rondônia, habitam no Município de Guajará-Mirim as reservas de Ribeirão (48.000 há) na margem do rio Ribeirão; Lage (110 há) na margem do rio Lages; Pacaás Novos (21.800 há) na margem esquerda do rio Pacaás Novos e  rio Negro-Ocaia (104.000 há) na margem do rio do mesmo nome, afluente do rio Pacaás Novos. Estes vivem sob o controle da FUNAI. Há um grupo sob o controle da diocese de Guajará Mirim, localizado em Sagarana, na margem do rio Guaporé. Os Pakaás Novos entram em conflito armado, revidando as violências de que foram vítimas por parte dos construtores da ferrovia Madeira-Mamoré e dos seringueiros, no início do século XX. Atualmente, estão sob a violência muito mais agressiva, a dominação ideológica descaracterizando-os e despojando-os  dos seus valores culturais atávicos de nação. Violência praticada pelas missões religiosas nacionais e estrangeiras de várias matizes e credos.
·        Karitianas
                   Ocupam uma reserva de 57.000 há próxima a cidade de Porto Velho. Seu contato com os brancos ocorreu a partir da Segunda metade do século XIX quando a região foi penetrada pelos seringueiros.
·        Tapari, Makurap e Jatobi
Vivem nos Postos Indígenas do Rio Branco e do Rio Guaporé, são poucos indivíduos remanescentes destas nações que tiveram próxima a extinção vítimas das ações hostis dos seringalistas.
·        Kaxacaris = Habitam a região limítrofe entre os municípios de Porto Velho e Lábrea/AM.
·        Uru-Eu-Wau-Wau  Grupo arredio em fase de contato com a FUNAI, habitam os municípios de Ariquemes e Guajará-Mirim. São provavelmente do grupo tupi.  
·        Tubarão Latundé  Habitam a reserva do mesmo nome no município de Vilhena.  
·        Cinta Larga  Ocupam a área do Projeto Indígena do Roosevelt com 190.000 há, parte integrante da reserva do Parque Indígena do Aripuanã, localizada em terras dos Estados de Rondônia e Mato Grosso.  
·        Suruis
            Habitam os postos indígenas 7 de Setembro e Quatorze, no Município de Cacoal, a reserva indígena 7 de Setembro ocupa terras de Rondônia e Mato Grosso. Os Suruis foram atingidos pela construção da BR 364, ocorrendo a invasão de seus territórios pelos migrantes sulistas lhes ocasionando graves prejuízos.
·        Gaviões    Ocupam uma reserva com área de 160.000 há já demarcada, suas aldeias situam-se às margens dos Igarapés Lourdes e Homônios, afluentes da margem direita do rio Ji-Paraná, próximo a cidade de Ji-Paraná.   Em contato com o branco a mais de 40 anos, em transações comerciais e de trabalho com os seringalistas e admissão de missionários religiosos estrangeiros em suas aldeias. Atualmente mantêm contato com a população da cidade de Ji-Paraná, onde se abastecem no comércio local.
   Araras  Ocupam a mesma reserva dos Gaviões, hoje em contato pacífico com o branco, após mais de cem anos de tenaz resistência. Os Araras se constituem no terror das missões religiosas que tentaram se estabelecer no vale do Ji-Paraná. Só em 1950, dizimados por doenças fizeram os primeiros contatos amigáveis com os seringalistas.


                 OBSERVE QUE LEGAL!
                       


 

LEITURA 7ºs ANOS

                 ATENÇÃO!
 
              
                                Histórico econômico  de Rondônia

Sua contribuição tem início com a construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, inaugurada em 1912, quando Rondônia se apresentava como alternativa para a logística de transporte de produtos e recursos naturais da Bolívia. O Brasil assinava o Tratado de Petrópolis sinalizando com a construção da ferrovia e recursos em Libras Esterlinas em troca do Território do Acre. Rondônia recebe então os primeiros investimentos para a construção da ferrovia concomitante à construção da linha telegráfica pelo Marechal Rondon.
             Na década de 40 tivemos o auge da borracha em Rondônia, que assim como o Amazonas e Acre responderam ao chamado do governo, recebendo aqui os “Soldados da Borracha”, que ocuparam os seringais em busca. Nesse momento, Rondônia possui pouco mais de 70.000 habitantes e vê crescer a atividade garimpeira, principalmente no Rio Madeira, que suporta cerca de 5 mil dragas instaladas, empregando 25 mil garimpeiros, aproximadamente. Garimpos de cassiterita, na região de Ariquemes, elevam o Estado à categoria de mais forte produtor nacional do minério. Essas atividades ainda refletem um modelo econômico extrativista, exportador dos seus recursos naturais, subdesenvolvido.

               Ao final da década de 70, início da década de 80, Rondônia experimenta o maior fluxo migratório da sua história, acompanhando novamente a política nacional. Era o 2º. PND (Plano Nacional de Desenvolvimento), que teve início no governo Geisel sendo consolidado no governo João Figueiredo. O programa apresenta ao país, Rondônia, sua nova “Fronteira Agrícola”. O estado passa a ser ocupado por agricultores de todo o Brasil, principalmente dos estados do Paraná e Espírito Santo, que instalaram-se na região central, acompanhados de paulistas, mineiros, catarinenses e gaúchos, esses dois últimos ocupando a região de Vilhena. A ocupação do estado acompanha o ritmo do desmatamento, exigido na época pelo INCRA para que posseiros recebessem a documentação da terra. A pecuária de corte e leite amplia seus espaços com crescimento ininterrupto dos rebanhos. Nosso modelo de desenvolvimento econômico agora é exportador agrosilvopastoril, ou seja, extrativismo, agricultura e pecuária.

              Ao longo dessa ocupação e como resultado do processo, instala-se em Rondônia a Indústria Madeireira, atraída pela abundância de matéria-prima. Essa atividade chega ao seu ápice na década de 90, com cerca de 3.000 empresas instaladas, respondendo por 40% do emprego industrial e da arrecadação de impostos. A madeira chega a representar cerca de 90% da nossa pauta de exportações. A atividade industrial ainda não agrega valor a produtos finais, mantendo um modelo de economia subdesenvolvida. Mas a descontinuidade das políticas nacionais e a ausência de uma política agrícola no país, leva a uma reversão de valores dessas economias. As pressões legais e ambientais invertem a ótica governamental. Quem antes cobrava o desmatamento de 50% das propriedades e agora cobra o reflorestamento das mesmas e a averbação de reserva legal, reduzindo em 20% a utilização das áreas destinadas ao setor primário. A estrutura fundiária do estado, hoje com cerca de 105 mil propriedades rurais possui 80% delas com até 100 hectares. As dificuldades de operação desses produtores com Fundos Constitucionais e demais linhas de crédito e fomento intensificam-se com as novas exigências legais e burocracia. Na impossibilidade de custear atividades agrícolas de produção, amplia-se a pecuária, que assume papel de relevante importância para a nova economia do estado.

CENÁRIO ATUAL:
                    
               Dentro dessa perspectiva é que passamos a destacar questões relevantes ao nosso desenvolvimento.Hoje, Rondônia apresenta em seu perfil produtivo o reflexo de políticas nacionais descontinuadas, absorvendo seus impactos e problemas sociais decorrentes. Foi assim com o fim o garimpo, com os seringais e, mais recentemente, com a indústria madeireira, instalada no início da colonização pela abundância de matéria-prima, execrada hoje por ambientalistas e restrita aos limites de uma legislação ambiental mais rígida porém necessária. Ainda assim, a indústria madeiro moveleira responde por cerca de 28% do PIB industrial.
              Chegamos agora a mais um DIVISOR DE ÁGUAS na história do desenvolvimento de Rondônia, com a construção das Usinas do Rio Madeira, cujos investimentos chegam à cifra de R$ 20 bilhões, causando aceleração em todas as atividades econômicas do Estado.

                                   RONDONIA 2010

Situado na Região Norte, o estado de Rondônia possui extensão territorial de 237.590,864 quilômetros quadrados e população total de 1.562.409 habitantes, conforme dados divulgados em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  A economia de Rondônia, assim como nos outros estados do Norte, está em processo de desenvolvimento. Em 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) estadual foi de 15 bilhões de reais, correspondendo a 0,6% de toda riqueza gerada no Brasil naquele ano; no âmbito regional, a contribuição foi de 11,2%, sendo a terceira maior, atrás somente do Pará (37,1%) e Amazonas (31,5%). O PIB per capita é de 10.320 reais
A composição do PIB de Rondônia é a seguinte:
Agropecuária: 20,4%.
Indústria: 14,6%.
Serviços: 65%.
             A expansão da fronteira agrícola em Rondônia foi determinante para o desenvolvimento agropecuário. Os fluxos migratórios de agricultores se intensificaram a partir da década de 1970, sobretudo das regiões Sul e Sudeste. As terras férteis são propícias para os cultivos de café, cacau, arroz, feijão, milho, soja, mandioca, etc. Na pecuária, o estado se destaca por ser grande exportador de carne bovina – principal produto de exportação de Rondônia (60%).
   O setor industrial, responsável por 14,6% do PIB estadual, é pouco diversificado. Os principais segmentos são o alimentício, frigorífico e mineração, que é proporcionada em razão das grandes reservas de cassiterita, em especial no garimpo de Bom Futuro, em Ariquemes. Rondônia é o segundo maior produtor nacional desse minério, entretanto, as reservas devem se esgotar em poucas décadas.
                  O extrativismo vegetal é outra importante fonte de receitas para o estado: a madeira é responsável por 13% das exportações. No entanto, essa atividade desencadeia vários problemas ambientais, visto que a retirada desordenada de árvores agrava o desmatamento na floresta Amazônica. Conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Rondônia é o terceiro estado que mais desmata no país, atrás somente de Mato Grosso e Pará.
O setor de serviços é alavancado pelo comércio. Outra atividade que contribui para esse segmento da economia é o turismo. Apesar de ter seu potencial turístico pouco explorado, Rondônia atrai visitantes que apreciam suas belezas naturais, históricas e culturais.
                   Por Wagner de Cerqueira e Francisco    PERFIL DE RONDÔNIA

terça-feira, 11 de novembro de 2014

ATENÇÃO 1ºs Anos

     ATENÇÃO 1ºs Anos
                   Com carinho para você!    ENTREGAR  DIA 24/11/14
                             
         Leia com atenção os textos que selecionei  para orientar a organização da sua redação.
 Garimpo e extração mineral na Amazônia
 
         Além de todos os impactos e agressões ao ambiente, causados pelas atividades ligadas à agropecuária e à exploração madeireira, o extrativismo mineral também representa uma fonte de degradação ambiental. Atualmente, na Amazônia, existem cerca de 20 regiões de alta concentração de garimpos de ouro. São famosas as histórias do Projeto Carajás e do Projeto Jari nas décadas de 70 e 80.A Amazônia possui ainda uma série de riquezas minerais mal exploradas economicamente. Metais como ferro, zinco, alumínio, nióbio* e ouro estão presentes no subsolo amazônico em quantidades variáveis. A maior  mina de nióbio do planeta está em São Gabriel da Cachoeira, estado do Amazonas. Em Nova Olinda, também no Amazonas, há uma reserva de Cloreto de Potássio (KCl, importante fertilizante de solos) estimada em 340 milhões de toneladas, que até o começo da década de 90 estava sendo estudada pela Petromisa, com colaboração do Serviço Geológico do Brasil(CPRM). O governo Collor extinguiu a Petromisa, deixando esta importante reserva abandonada. Cabe salientar que os custos que o Brasil tem com a importação de fertilizantes agrícolas só são superados pelos custos de compra de petróleo. Porém, é no garimpo de ouro aluvial na Amazônia que toda a sorte de conflitos econômicos e sociais se manifestam. O Brasil não possui uma política mineral, sendo a exploração do ouro organizada regionalmente, pelas populações locais, movidas por aspirações de ascensão e fuga da eterna exclusão social. Frequentemente os garimpos funcionam com infraestrutura precária, agredindo o ambiente e liberando grandes quantidades de mercúrio nos rios, no ar e no solo.
*Nióbio - metal usado em ligas.
Disponível em < http://www.comciencia.br/reportagens/

                  Homem e natureza: uma relação de disputa?

Silvia D. Schiros
        Fazemos parte de algo grande, complexo e belo. Mas hoje, parece que, para o homem, a natureza é uma propriedade - um objeto que pertence a ele, a um semelhante ou ao governo. Hoje, a natureza é dinheiro. O homem se pergunta: o que posso tirar dela para produzir algo que me dê retorno financeiro? Já sabemos que todas as nossas ações têm impacto sobre o meio ambiente. E precisamos acordar para o fato de que necessitamos da natureza para sobreviver. Temos que aprender a não só querer receber, mas também a dar. A relação precisa ser de troca, não de dominância, nem de antagonismo. Não tem que ser "homem x natureza". Pode ser "homem e natureza". Temos que mudar a nossa perspectiva, aprender a olhar a vida de outra forma. Tarefa difícil, mas não impossível. E como vamos chegar lá? Lester Brown e Hugo Penteado, por exemplo, acreditam que é preciso mudar o paradigma econômico em que nossas vidas se baseiam. A economia tradicional vê os recursos como ilimitados, mas já estamos cansados de saber que nossos recursos são limitados. Se forem usados sem que sejam repostos, logo acabarão. Esse novo paradigma, onde natureza e pessoas são importantes, exige uma reestruturação do pensamento econômico e cultural. Trabalho difícil considerando quão arraigados está os conceitos de exploração à exaustão em prol do crescimento econômico e do consumo desenfreado, já que hoje vemos os bens como facilmente descartáveis. Como podemos viver em harmonia e equilíbrio com a natureza? Como podemos fazer a nossa parte?

1.Com base nas informações obtidas nos dois textos acima, elabore um texto dissertativo-argumentativo que relacione homem e natureza, propondo uma intervenção - social política ou econômico - para uma sociedade que vive um paradoxo: pressionada de um lado pelo consumo e pelo outro, pela necessidade de  econômico e do consumo desenfreado, já que hoje vemos os bens como facilmente descartáveis. Como podemos viver em harmonia e equilíbrio com a natureza? Como podemos fazer a nossa parte? Estar em harmonia com a natureza, em  benefício da qualidade de vida. Dê um título ao seu texto.
 

2.Em 1988, o ecólogo inglês Norman Myers propôs a criação do conceito de hotspot com o objetivo de resolver um dos dilemas dos conservacionistas: quais são as áreas mais importantes onde se deve preservar a biodiversidade na Terra? Conforme Myers, um hotspot deve conter pelo menos 1.500 espécies endêmicas de plantas e haver perdido mais de 3/4 da vegetação natural existente na área.
       Sobre os dois hotspots em terras emersas,
       a) Identifique e explique as causas da existência do hotspot em território brasileiro.
       b) Explique as causas da existência do hotspot na Ásia equatorial.


3. A evapotranspiração constitui a fonte de umidade atmosférica a partir da movimentação de água através do ciclo hidrológico. Nas áreas continentais os máximos de evaporação ocorrem nas regiões equatoriais.  (Adaptado de Kenitiro Suguio e João J. Bigarella, Ambientes Fluviais. Florianópolis, Editora da UFSC, 1990,
a) Quais fatores determinam a maior evapotranspiração nas regiões equatoriais do globo?
b) Quais os processos que compõem a evapotranspiração?

4. A partir das informações  e pesquisas.
a) aponte dois efeitos climáticos do El Niño no Nordeste brasileiro;
b) indique uma possível consequência social para as populações do Sertão nordestino em anos de ocorrência do fenômeno em destaque.

5.Pesquise ações da AGENDA 21 para o  Brasil.

6. Fala uma tabela de distribuição da agua no mundo comparando a cada 50 ano (aproximadamente) disponibilidade e a interferência humana.

7.faça um relatório dos últimos três fatos considerados catastróficos no mundo por algum tipo de desiquilíbrio ambiental  ( antrópico)
 
                                  Atenção seu trabalho será nos mesmos padrões  anteriores




 
 

ESTUDOS REGIONAIS.



                     

ATENÇÃO 8ºS  ANOS
TRABALHO DE ESTUDOS REGIONAIS ENTREGAR DIA 26/11/14
INDUVIDUAL OU EM DUPLA (NUNCA EM TRIO)
A CANETA AZUL OU PRETA COM BIBLIOGRAFIA
·         Faça uma pesquisa sobre o IDH de Rondônia e comente sobre o assunto.
·         Descreva as fases do desenvolvimento econômico Rondônia desde o século XVIII,
·         Faça um quadro de distribuição econômica do  estado de Rondônia  por  tipo de produção e locais.
·         Durante 200 anos, a ocupação de Rondônia restringiu-se à parte oeste do estado, de sul a norte. De que região se trata e por que aconteceu essa restrição?   
·         Caracteriza as fontes de energia de nosso estado.
·         Faça um quadro de distribuição populacional das dez (10) maiores cidades de Rondônia de 1950 a 2010.
·         Quais são os elementos que compõem as armas ou o brasão  de  Rondônia?
·         O hino de Rondônia expressa  muito bem dois sentimentos profundos do povo desse estado. Quais  são eles?
 

TRABALHO DE ESTUDOS REGIONAIS

              

                        
ATENÇÃO 7ºS  ANOS
TRABALHO DE ESTUDOS REGIONAIS ENTREGAR DIA 27/11/14
INDUVIDUAL OU EM DUPLA (NUNCA EM TRIO)
A CANETA AZUL OU PRETA COM BIBLIOGRAFIA
·         Dentro dos aspectos econômicos de Rondônia, faça pesquisa e descreva a base econômica de nosso estado identificada o tipo de produção e a região.
·         Em que municípios de Rondônia estão concentrados os maiores parques industriais? Comente por que.
·         Quais são os municípios que vem crescendo a produção de soja, e quais são os problemas ambientais que resulta?
·         Em que setores o potencial turístico de Rondônia pode se destacar e por quê?
·         Faça uma pesquisa: comente sobre os meios de transporte de Rondônia faça  a ilustração de cada um (se for colar imagens que seja bem cortada e legível ) e comente as vantagens e desvantagens de cada um deles.
·         Faça o mapa rodoviário  e aeroporto de Rondônia (mapa que caracteriza os meios de transportes), pinte e legende-o.
·         Desenhe o mapa indígena de Rondônia, pinte e legende e identifique-o.  

terça-feira, 28 de outubro de 2014

               
ATENÇÃO 9ºANO!
TRABALHO DE GEOGRAFIA: INDIVIDUAL OU EM DUPLA ( nunca em trio)
VALOR  2,0
A CANETA AZUL / PRETA / COM BIBLIOGRAFIA
CAPA E CONTRA CAPA.
DATA PARA  ENTREGAR:  DIA 20/11/2014
1 Explique a relação existente entre a colonização britânica e os conflitos étnicos existentes no país
2. A causa das guerras civis existentes no Sudão é a mesma dos conflitos encontrados em outros.
3.Complete o diagrama sobre situação econômica e social dos países africanos após a independência.
Observe o diagrama  e explique a manutenção do ciclo de pobreza da África, que impede sua inserção na economia global.
4,“O tráfico de escravos do Atlântico, apesar de sua importância central na história econômica e social do imperialismo ocidental, de seu papel fundamental na história da América e de seu profundo impacto sobre a sociedade africana, permaneceu como uma das áreas menos estudadas na moderna historiografia ocidental até as últimas décadas deste século. O interesse tardio não se deu por falta de fontes, pois o material disponível para seu estudo foi abundante desde o começo. Ao contrário, foi ignorado devido a sua associação com o Imperialismo europeu deque resultou falta de interesse por um problema moralmente difícil, a que se acresceu a falta de instrumental metodológico, que permitisse analisar complexos dados quantitativos.” KLEIN S. Herbert. Novas interpretações do tráfico de escravos do Atlântico. In: Revista de História. n.120, São Paulo, jul.1989. A partir das informações do historiador Herbert Klein, pode-se afirmar que atualmente há uma historiografia dedicada a rever muitos dos paradigmas consagrados a respeito do tráfico transatlântico de cativos.
a) Analise o papel dos africanos no comércio de cativos.
 
5.“A extorsão de riqueza sob o regime escravista não precisava de outro fundamento que não fosse a vontade e o látego do senhor de escravos. No regime capitalista de produção, essa extorsão se apóia na aparência de que o salário, cobrindo os meios de vida necessários à reprodução do trabalhador e sua família, cobre de fato o valor de sua força de trabalho. Nenhum dos dois mecanismos operava no regime do colonato (...). O colono ficou no meio caminho entre a transparência da exploração, já que o trabalho excedente se materializava em objetos distintos do trabalho necessário e a ilusão de que o que recebia correspondia ao valor de seu trabalho.”
(MARTINS, José de Souza. O Cativeiro da Terra. 1ª. ed. São Paulo: Ciências Humanas, 1979, p.92).
O texto acima trata do regime do colonato predominante nas fazendas de café do Oeste paulista.
a) Explique a diferença entre a exploração do trabalho vigente sob o escravismo e aquela vigente sob o capitalismo.
6.Existe alguma ligação entre os conflitos na África e a colocação dos países africanos quanto
ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)?

7 - Analise as relações econômicas do continente africano com a economia mundial,

8. O grande problema africano é a herança colonial. Qual o único traço de ligação deixado pelos colonizadores.
9 - Sobre o deserto do Saara, responda ao que se pede.
a) Riqueza do subsolo:
b) Mudanças que estão ocorrendo na paisagem do deserto:
c) Contrastes encontrados ao lado das rodovias:
d) "Ilhas" de povoamento junto a uma fonte:
10- Quais os fatores que aceleraram o processo de descolonização da África pós-guerra?
11- O processo de ocupação e exploração do continente africano pelos europeus pode ser analisado de duas formas. Explique quais são elas
12 - Quais as consequências do colonialismo no continente africano
                             
13. Sobre o Magreb, responda ao que se pede:
a) O seu significado:
b) Os países que aí se localizam:
14 Como se explica a baixa produção de alimentos na África, apesar de mais da metade da população africana estar localizada na zona rural.
15.De um total de 36 milhões de hectares na África do Sul, 27 milhões eram negros, dos quais, mais da metade estava distribuída pelos dez bantustões criados pelo governo de Pretória: seis autônomos e quatro proclamados independentes.
a) O que eram bantustões e por que foram criados?
b) Por que as autoridades sul-africanas persistiam nesta política territorial não reconhecida pela ONU (Organização das Nações Unidas)?

16 - Sobre a África do Sul, responda ao que se pede.
a) Quais os fatores que favoreceram a expansão industrial?
b) Quais as áreas de concentração industrial?
c) Qual o setor industrial que mais se destaca?
d)As indústrias ligadas ao setor metalúrgico.
17.A política do apartheid foi um feito histórico que marcou a África do Sul e deixou muitas marcas recentes nesse país. É comum falar em "apartheid social". O que significa essa terminologia e quais as referenciam à política sul-africana?

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

exercicios primeros anos Ensino Médio.

                       EXERCICIOS              
O relevo é o resultado da atuação de forças de origem interna e externa, as quais determinam as reentrâncias e as saliências da crosta terrestre.
1.Sobre o tema, é correto afirmar
a) Feições do macro-relevo terrestre, como o constituído pelas grandes cordilheiras, têm suas formas explicadas pela ação da gravidade.
b) Os processos de erosão e deposição de materiais estão na dependência do movimento das placas tectônicas.
c) Os distintos tipos de intemperismo são fatores de natureza externa que contribuem para a modelagem do relevo terrestre.
d) Antes da atuação antrópica, nos últimos 10 mil anos, o relevo era estático, isto é, não sofria grandes transformações.
e) As planícies podem ser consideradas como áreas típicas de erosão. 
02 - Informações sobre características do relevo são indispensáveis para o planejamento das atividades rurais e urbanoindustriais.
A respeito do assunto, assinale a alternativa correta.
a) A amplitude das inundações está relacionada à dimensão das planícies, o que torna estas, em escala regional, inabitáveis.
b) Uma forma moderna de construção de estradas prioriza a utilização de túneis, de modo que a tecnologia torna irrelevante considerar aspectos relacionados ao relevo.
c) O grande potencial hidrelétrico do estado do Paraná deve-se à existência da Serra do Mar e de sua proximidade com o nível de base (o Oceano Atlântico).
d) As condições da morfologia do terreno e de sua amplitude são fatores limitantes para o desenvolvimento da agricultura e da pecuária.
e) Os planaltos no Brasil em geral, pela irregularidade topográfica, são áreas em que o uso e ocupação da terra são mais favoráveis, pois neles as inundações são muito raras.
03  - O relevo do território brasileiro, conforme dados do IBGE no que se refere à hipsometria, está compartimentado em: 
Terras baixas, com terrenos até 200 metros de altitude (compreendendo as planícies), totalizando 41% da superfície;
Terras altas, com terrenos entre 200 a 1200 metros de altitude, envolvendo 58,5% da superfície e; 
Elevações e cristas culminantes, acima dos 1200 metros, compreendendo 0,5% do território.
Acerca do assunto, considere as seguintes afirmativas:
1. O relevo brasileiro tem altitudes modestas por ser relativamente recente.
2. A ausência de cadeias montanhosas expressivas dá-se pelo fato de o relevo não ter sido desgastado suficientemente pela erosão.
3. As planícies amplas decorrem da baixa capacidade de erosão e transporte dos grandes cursos fluviais, por desenvolverem grande parte dos cursos em superfícies próximas ao nível de base.
4. As características do relevo, no caso do território brasileiro, são prova de que movimentos orogênicos e de vulcanismo foram pouco significativos ao longo da história geológica do país.
Assinale a alternativa correta.
a) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras.
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira.
c) Somente a afirmativa 3 é verdadeira.
d) Somente as afirmativas 1 e 4 são verdadeiras.
e) Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras.
04 - O planeta Terra apresenta grandes cadeias montanhosas que são encontradas em todos os continentes de maneira irregular. 
O surgimento dessas grandes cadeias, como Andes, Alpes e Himalaia, e sua morfologia podem ser explicados, respectivamente:
a) por processos orogenéticos e pela ação de agentes internos.
b) por processos endogenéticos e pela ação de agentes externos.
c) por processos pedogenéticos e por falhamento.
d) por processos criogenéticos e pela atuação eólica.
e) por processos orogenéticos e por abrasão marinha.
05 - No dia 11 de março de 2011, ocorreu na região central da Serra do Mar paranaense um conjunto de escorregamentos, desencadeados em virtude de elevados índices pluviométricos concentrados nesse dia, associados à umidade acumulada dos dias antecedentes. Os escorregamentos, predominantemente, situaram-se nas posições superiores e íngremes das encostas. O volume de material desprendido nesse episódio, por meio dos escorregamentos, consistiu de blocos rochosos, solo e troncos de árvores, que foram transportados e seguiram caminho de fluxo em direção às áreas de planície, resultando em mortes e grandes danos por destruição total ou parcial de casas, ruas, estradas, pontes e lavouras. 
Sobre esse evento ocorrido na Serra do Mar do estado do Paraná, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Os solos nas posições superiores das encostas da Serra do Mar paranaense apresentam-se pouco espessos, característica que contribuiu para os escorregamentos, levando a uma rápida saturação hídrica pelo evento de chuva, o que promoveu o desencadeamento dos processos.
( ) Um dos fatores que agravou a ocorrência dos escorregamentos nesse evento na Serra do Mar paranaense foi a ocupação urbana nas áreas mais elevadas, pois exercem grande peso nas encostas.
( ) A declividade da encosta afeta diretamente na sua estabilidade frente aos processos de escorregamento, motivo pelo qual a maior parte deles ocorreu nas áreas mais declivosas.
( ) Consensualmente, sabe-se, no meio científico, que, devido ao aquecimento global promovido pela ação do homem, os valores de precipitação aumentarão na Serra do Mar, ampliando cada vez mais a ocorrência desses processos e a sua área de influência.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
a) V – F – V – V.
b) F – V – V – V.
c) V – V – F – F.
d) F – F – F – V.
e) V – F – V – F.
06 - Planícies são ambientes geomorfológicos que apresentam relevo plano, ou suavemente ondulado, com dimensões variadas, onde são predominantes os processos de deposição e acumulação de sedimentos. Planícies aluviais são aquelas formadas por sedimentos de rios. Sobre esses ambientes, considere as seguintes afirmativas:
1. Planície aluvial corresponde ao leito maior de um rio e sazonalmente sua área é ocupada pelas águas dos canais fluviais.
2. O estabelecimento de áreas urbanas em ambientes de planícies aluviais acarreta sérios problemas sociais, devido aos efeitos negativos das inundações periódicas para a população residente.
3. No planejamento do uso do solo nas planícies aluviais, é necessário considerar a suscetibilidade de contaminação do lençol freático, pois nesses ambientes ele se encontra mais próximo da superfície.
4. As cidades localizadas em planícies aluviais, ao contrário daquelas localizadas em ambientes sem risco de enchentes, exigem processos de planejamento, como os planos de uso e ocupação do solo.
Assinale a alternativa correta.
a) Somente as afirmativas 1 e 4 são verdadeiras.
b) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras.
c) Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras.
d) Somente as afirmativas 1, 2 e 4 são verdadeiras.
e) Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras.
GABARITO:
01 - C
02 - D
03 - C
04 - B
05 - E
06    - E
1.Atlas Geográfico Escolar. IBGE: Rio de Janeiro, 2010, pág. 103. Com base nesse mapa e em seus conhecimentos, é CORRETO afirmar:
a) Somente o movimento de separação das placas tectônicas causa terremotos.
b) Somente o movimento de separação das placas tectônicas causa vulcanismo.
c) Em sua maioria, as zonas sísmicas e os vulcões localizam-se no centro das placas tectônicas.
d) Em sua maioria, as zonas de intensa atividade sísmica e os vulcões localizam-se nas bordas das placas tectônicas.
e) As zonas de intensa atividade sísmica se distribuem de forma aleatória, sem relação evidente com
o movimento das placas tectônicas.
2. Tsunamis ou grandes marés oceânicas são decorrentes de
a) pequena profundidade oceânica nos locais em que elas se originam, provocando o deslocamento súbito das águas oceânicas para o talude continental.
b) abalos sísmicos em que o epicentro se localiza em distantes áreas continentais.
c) sismos em áreas oceânicas, motivando o deslocamento das ondas na direção da costa, onde menor é a profundidade e aumentando o atrito das águas com o fundo do mar.
d) erupções vulcânicas continentais, cujo deslocamento do material magmático se orienta na direção do litoral.
3.A parte sólida e a parte com material em estado de fusão da Terra correspondem, respectivamente, à
a) criosfera e à litosfera.
b) litosfera e ao magma.
c) hidrosfera e ao magma.
d) troposfera e à criosfera.
4. Não são raros os relatos de ocorrência de terremotos no território brasileiro. Porém, diferentemente do que acontece no Japão, nos Estados Unidos e no Chile, por exemplo, os terre- motos aqui observados normalmente são de baixa magnitude. A explicação para essa diferença deve-se à
a) localização do Brasil em área de convergência de placas.
b) dominância de clima tropical úmido que, favorecendo o intemperismo químico das rochas, reduz a magnitude dos terremotos.
c) estrutura geológica antiga do Quaternário, predominante no território brasileiro.
d) predominância de rochas sedimentares, mais suscetíveis a rupturas geológicas.
e) localização do território brasileiro em região intra-placa.
GABARITO  
1= D 
2= C
3-B
4=E
ESCALA
Em um mapa topográfico na escala 1:100.000 a maior dimensão gráfica medida entre as margens de um rio é de 15,7 mm. Assim sendo, é verdadeiro afirmar que a respectiva distância máxima natural entre essas margens é de
a)  1.570 m.
b)  6.369,40 m.
c)  157.000 m.
d)  15.700 m.
e)  636,94 m.
02. O Campus da USP - Butantã dista, aproximadamente, 23 km do Campus da USP - Zona Leste e 290 km do Campus da USP - Ribeirão Preto, em linha reta. Para representar essas distâncias em mapas, com dimensões das páginas desta prova, as escalas que mostrarão mais detalhes
serão, respectivamente,
03. Com relação aos mapas e cartas geográficos, seus elementos e classificação, assinale o que for correto.
01)  O elemento que estabelece a relação ou a proporção entre a dimensão real de um lugar e sua representação no mapa é denominado de escala.
02)  O método mais comum de representar as elevações do relevo são as curvas de nível, linhas que ligam pontos ou cotas de igual altitude em intervalos iguais.
04)  A representação de uma superfície esférica em um plano, o mapa, ou um sistema plano de paralelos e meridianos sobre os quais pode-se desenhar um mapa é a projeção cartográfica.
08)  Os mapas básicos mostram temas específicos como relevo, clima, solos, hidrografia (mapas físicos); fitogeografia e zoogeografia (mapas biogeográficos), além dos mapas econômicos, políticos e outros.
16)  Uma escala numérica é representada através de uma linha reta graduada enquanto que uma escala gráfica é representada sob a forma de uma razão (1:50.000) ou de uma proporção (1/50.000
04. Lei as afirmativas que seguem e assinale a correta:
a) A escala numérica é representada por uma linha reta dividida em partes iguais.
b) A escala 1:50.000 é maior que a escala de 1:250.000.
c) Na escala de 1:500.000, a área representada foi reduzida 50 mil vezes.
d) As escalas podem ser numéricas ou geográficas.
e) Na escala de 1:100.000, 1 cm no mapa vale 100 km no terreno.
05. Um mapa  cuja escala é 1:55.000.000, a distância, em linha reta, entre as cidades de São Paulo e Brasília é de 1,6 cm. Na realidade, essa distância é de aproximadamente
a) 880 km
b) 1200 m
c) 8875 km
d) 239 km
e) 890 m
06. A escala é definida como a relação da distância real entre dois pontos quaisquer na superfície da Terra com a distância entre esses dois pontos num documento cartográfico. Se, em uma carta, na escala 1:50.000, a distância em linha reta entre duas cidades for de 10 cm, no terreno essa distância será de:
a) 0,5 km.
b) 1 km.
c) 100 km.
d) 500 km.
e) 5 km
07. Assinale a alternativa que indica corretamente a distância real entre duas cidades, A e B, considerando que no mapa de escala 1:50.000.000, a distância linear é de 3,5 cm.
a)  1.500 km
b)  15.000 jm
c)  175 km
d)  17.500 km
e)  1.750 km
08. A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4.200km. A distância sobre a carta é de 105mm. Com base nestes dados, assinale a alternativa que indica corretamente a escala deste mapa.------ split --->
a) 1 : 400.000
b) 1 : 4200.000
c) 1 : 10.500.000
d) 1 : 40.000.000
e) 1 : 105.000.000
09. Para cada tipo de representação existe uma escala numérica apropriada. Assim, os mapas podem ser divididos em três categorias básicas: escala grande, média e pequena.
Associe as escalas numéricas mais apropriadas para as finalidades dos mapas.
1 - Mapas topográficos
2 - Plantas urbanas
3 - Planisférios
4 - Plantas arquitetônicas
(     ) 1:50 a 1:100
(     ) 1:25.000 a 1: 250.000
(     ) 1: 500 a 1: 20.000
A seqüência numérica correta, das preenchidas com os números referentes às mesmas é:
a) 4 - 3 - 1
b) 4 - 1 - 2
c) 2 - 3 - 4
d) 4 - 2 - 1
e) 3 - 1 – 4
10. Para obter, em um mapa, informação mais detalhada, qual das escalas a seguir é utilizada?
a) 1/100.
b) 1/1.000.
c) 1/10.000.
d) 1/100.000.
e) 1/1000.000.
11. "Os mapas são uma representação da realidade, não são a própria realidade. De acordo com o modo como são feitos, eles iluminam determinados fatos e escondem outros, produzindo uma certa sensação e uma imagem particular do território cartografado. Mapas centrados no mesmo lugar revelam coisas diferentes, de acordo com a escala utilizada."
                               (MAGNOLI, D. e ARAÚJO, R. A NOVA GEOGRAFIA, 1991, p. 245)
No que se refere à escala de um mapa, é correto afirmar:
(01) Na escala numérica, quanto maior o denominador, menor é a possibilidade de representar detalhes dos elementos cartografados.
(02) Se, num mapa com escala de 1:200.000, a distância entre duas cidades é de 4 cm, na realidade o afastamento entre elas é de 800 km.
(04) A escala é a razão entre as dimensões gráficas do mapa e as dimensões reais da área cartografada.
(08) Mapas de escala 1:5.000 são pouco precisos na representação gráfica e são considerados de escala pequena.
(16) Na escala 1:10.000, 1 cm£ no mapa representa uma superfície de 100 m£ no território cartografado
GABARITO:
01.     A
02.     A
03.    07
04.     B
05.     A
06.     E
07.     E
08.     D
09.     B
10.     A
11.     05